Migração

Trocar de sistema sem perder o histórico

Importamos pacientes, atendimentos, evoluções, convênios e cadastros do sistema atual com ferramentas auditáveis e reexecutáveis. A virada acontece quando os números batem — não antes.*

Por que a migração costuma dar errado

Migrar um hospital não é copiar tabelas. Cadastros duplicados, campos livres com informação estruturada, carteirinhas em lugares diferentes, evoluções cifradas com chave antiga, pacientes inativos referenciados por internações ativas — cada sistema legado tem suas armadilhas, e elas só aparecem quando se tenta importar tudo.

Por isso o Lucas tem uma ferramenta de migração própria, integrada ao sistema, e não um script descartável.

O que depende do sistema atual

* Nem toda migração é possível na mesma medida, e não prometemos o que não conferimos. O alcance depende do que o sistema atual permite exportar: acesso ao banco de dados ou a uma exportação completa, documentação das tabelas e qualidade dos dados. Há três cenários comuns:

  • Acesso ao banco ou exportação estruturada — cenário ideal; é o que permite migrar cadastros, internações, evoluções, convênios e estoque com histórico.
  • Só relatórios ou arquivos (PDF, planilhas, XML TISS) — migramos o que for estruturado (cadastros, carteirinhas, parte do faturamento); evoluções e documentos podem entrar como anexos consultáveis, não como registros clínicos editáveis.
  • Sem exportação ou com dados cifrados sem a chave — o fornecedor anterior precisa entregar os dados; sem isso, a migração se limita ao que a instituição já tem em mãos.

Por isso o primeiro passo é sempre o levantamento: analisamos uma amostra real do sistema atual e entregamos por escrito o que será migrado, o que virá como anexo e o que ficará de fora — antes do contrato. A migração incluída nos planos é a que consta nesse levantamento.

Como fazemos

  1. Levantamento Mapeamos as entidades do sistema atual (pacientes, convênios, profissionais, internações, evoluções, prescrições, estoque…) e os campos que importam para a operação.
  2. Migradores por entidade Cada entidade tem um migrador que registra a origem de cada registro importado. Rodar duas vezes não duplica nada: o segundo passe só atualiza o que mudou.
  3. Ensaio (dry-run) com relatório Antes de gravar, o migrador simula e entrega: quantos registros entrariam, quantos seriam ignorados e por quê, amostras de erro.
  4. Validação com a equipe Faturamento confere convênios e carteirinhas; enfermagem confere leitos e internações ativas; direção confere totais. Ajustamos e repetimos até bater.
  5. Virada Migração final com o sistema antigo congelado, conferência de totais e liberação por perfil. O histórico fica navegável no prontuário como se sempre tivesse estado ali.

O que já migramos

Em implantações reais, o Lucas importou dezenas de milhares de internações e mais de dez mil cadastros de pacientes com convênios e carteirinhas, incluindo reclassificação de modalidade (internação, hospital-dia, pronto atendimento) e regime de internação a partir dos códigos do sistema anterior, e evoluções clínicas com texto cifrado no legado.

Depois da virada

O sistema antigo pode ser mantido em modo consulta pelo tempo que a instituição precisar; os migradores continuam disponíveis para trazer o que faltar.

Converse com a gente sobre o seu sistema atual.

Veja o Lucas funcionando com o fluxo da sua instituição

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